terça-feira, 27 de dezembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011


Solenidade de

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO REI DO UNIVERSO.


A sua realeza é a ternura e a misericórdia infinita de Deus.


In introdução à Solenidade, em missal Quotidiano – Dominical e Ferial. Ediç. Paulistas.

domingo, 2 de outubro de 2011



Mês de Maria Outubro 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Jornadas Mundiais da Juventude. Madrid 2011








“Com todas as forças do meu coração: que nada e ninguém vos tire a paz; não vos envergonheis do Senhor! Ele fez questão de fazer-se igual a nós e experimentar as nossas angústias para levá-las a Deus, e assim nos salvou". Bento XVI no discurso à chega a Madrid


Quinta18: Programa para o resto do dia
19:30 Cerimónia de boas- vindas dos jovens, cruzará a Porta de Alcalá com jovens dos cinco continentes. Depois, subirá ao papamóvel, que o levará até à praça Cibeles.
21:30
Uma luz na noite
Depois de receber o Papa em Cibeles, doze imagens de Nossa Senhora de todo o mundo estarão nas ruas de Madrid para que os jovens peregrinos as visitem, cantem e rezem.

Sexta-feira 19 de agosto
11:30 Encontro com religiosos jovens no Pátio dos Reis do Mosteiro de El Escorial. Encontro com professores universitários jovens, na Basílica de El Escorial.
19:30 Via Sacra na Praça Cibeles.

Sábado 20 de agosto
10:00 Missa para seminaristas na catedral da Almudena.
19:40 Visita à Fundação Instituto São José, centro de acolhimento a pessoas portadoras de deficiência da Ordem Hospitaleira de São João de Deus.
20:30 Vigília com os jovens no aeródromo de Cuatro Vientos.

Domingo 21 de agosto
9:00 Chegada a Cuatro Vientos e passagem em papamóvel pelo recinto.
09:30 Início da Missa de Envio da JMJ
17:30 Encontro com os voluntários da JMJ no recinto ferial IFEMA.
18:30 Despedida oficial no aeroporto de Barajas.



Aqui um momento de oração pelos jovens e todos os presentes nas jornadas. Para que Deus os ilumine, saibam aproveitar a presença inspiradora e pedagógica do Papa. Para que saibam dar uma resposta em caridade a quem os provoca e contesta. Um momento de oração pedindo perdão pelas ofensas dos que se sentem incomodados pela luz de Cristo que brilha nos jovens presentes na jornada.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011




"Bandita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre" Lc.1,42

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo

Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos Céus.
Mt. 16, 17
Do evangelho de hoje.


Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé.
2 Tim 4, 7
Da 2ª Leitura


Hoje celebramos A Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo. Tempo de festa, de louvor ao Senhor nos seus servos. Tempo de acção de graças ao Senhor, que na sua misericórdia nos proporciona dois Heróis na Fé, exemplos de preserverança no testemunho, dedicação e disponibilidade a Cristo.
Das leituras desta Solenidade destaco estes dois versículos, que me tocaram de forma especial. A adesão genuína de Pedro, valem-lhe a verdade revelada além das suas capacidades. Paulo no fim da sua missão, consciente da sua fidelidade, resultante da adesão e submissão racional e total a Cristo, sente o prémio dessa luta fiel.


Na oração de hoje, não poderia procurar outra coisa que não fosse o pôr-me ao serviço do Senhor com a ajuda destes dois pais na fé, entregando-me ao seu cuidado.
Louvado Seja Deus nos seus anjos e nos seus Santos hoje de modo especial nos seus servos Pedro e Paulo.

domingo, 26 de junho de 2011

13º Domingo do Tempo Comum - Ano A

“…não perderá a sua recompensa” Mt. 10, 42

Quantas vezes nos deparamos com a pergunta auto colocada, se valerá a pena? Porquê ou para quê faço isto? Ou pensamentos: ninguém vai dar conta, ninguém vai dar valor!


Pois está aqui a resposta.


Serve-me muitas vezes de incentivo, de força suplementar.


No momento de oração, hoje, uma prece para que “quer comamos quer bebamos,” não nos esqueçamos que a recompensa está à nossa espera.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo



Graças e Loures se dêem a cada momento,
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento
















“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente Jo 6,51


Das leituras da liturgia desta Solenidade que hoje celebramos, realço este versículo. É difícil explicar o que sinto perante a contradição. O ser Humano aspira à felicidade. Um conforto físico, acompanhado da posse de bens materiais que criam, ao menos supostamente, as condições para uma vez realizadas as condicionantes psicológicas, se atingir a felicidade. Infelizmente uma enorme parte da população mundial não alcança metade das condicionantes. As materiais. É mau e triste. Não é melhor que os que tendo a dimensão do ter, resolvida, se perdem no item ser. E é, entorno de destes factores, que se centra a mensagem deste versículo. Se o alimento físico não resolúvel pelo alimento espiritual, a satisfação do primeiro, não anula ou se quer diminui a necessidade do segundo. Sendo que o segundo em muito pode concorrer para o encontrar do primeiro. Então a um espírito simples e bem alimentado nos dois, não deixa de se por a pergunta: porque é que não comem se tem aonde o fazer e de graça?


Neste dia na oração: um louvor em Acção de Graças e uma suplica para que nunca nos faltem os pães (físico e espiritual) a nós e pelos que tem fome seja ela qual for, para que o Senhor na sua misericórdia os alimente.


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domingo, 19 de junho de 2011

Solenidade da Santíssima Trindade

Aleluia.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, ao Deus que é, que era e que há-de vir.
Aleluia.

(Aclamação do Evangelho)

«O Senhor passou diante de Moisés e proclamou: «O Senhor, o Senhor é um Deus clemente e compassivo, sem pressa para Se indignar e cheio de misericórdia e fidelidade». Ex 34,6Ex 34,6

Sublinho hoje das leituras, esta passagem da 1ª. Uma descrição de Deus. Como é reconfortante ter um Deus assim. Como é espantosa a diferença entre criador e criatura. Hoje ao festejar a Santíssima Trindade, inclino-me para a contemplação. Olhando para o mistério. Olhando maravilhado. Não é apenas Deus que se maravilha com a sua obra. A sua obra, também se deixa encantar com o seu criador. Sem presa, que para isso serve o Domingo. Desfrutando da misericórdia e fidelidade. Louvando-O, grato. Adorando-O, apaixonado. O Senhor é um Deus, o meu Deus. A Ele me dou, Nele repouso e confio. No meu Deus. No Pai, no Filho, no Espírito Santo.


Hoje no momento de oração, louvor e adoração.


Bendito sejais, Senhor, Deus dos nossos pais:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito o vosso nome glorioso e santo:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito sejais no templo santo da vossa glória:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito sejais no trono da vossa realeza:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito sejais, Vós que sondais os abismos
e estais sentados sobre os Querubins:
digno de louvor e de glória para sempre.
Bendito sejais no firmamento dos céus:
digno de louvor e de glória para sempre.
Dan 3,52-56


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domingo, 12 de junho de 2011

Ressuscitou! Aleluia! Solenidade do Pentecostes



A paz esteja convosco. Jo 20,19

Não é possível contornar este versículo. Um desejo do Senhor, uma ordem (os seus desejos são ordens para nós), uma prenda. Uma necessidade da Humanidade, uma aspiração para todos os de coração puro, uma dificílima meta. Fazer paz. Dar paz. (Para poder) Ter paz.
É um dos versículos mais reconfortantes. Uma herança do ressuscitado que o Paráclito nos permite possuir.

Fica connosco Senhor. Habita nos nossos corações Espírito Santo. Para que o fogo do Teu amor seja reflectido por nós aos outros.

Pela Paz no mundo e nos nossos mundos, em louvor ao Espírito Santo, ergo hoje a minha oração.

Virtude na vida,
amparo na morte,
no Céu alegria.
(Sequência do PENTECOSTES)


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domingo, 5 de junho de 2011

Ressuscitou! Aleluia! Solenidade da Ascensão do Senhor


Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos Mt. 28,20


Homens da Galileia, porque estais a olhar para o Céu? Actos 1,11*

Não fiquemos a olhar para o céu. A contemplação faz parte do modo de vida do Cristão. O fascínio que Cristo desperta em nós é incontrolável. A espécie humana, na sua dimensão física tem limites que nos levam a atitudes físicas. A busca do toque nem que seja só com o olhar é um impulso próprio da nossa condição. Ficarmos a olhar é por vezes a frágil reacção que temos. Mas tal como os dois homens vestidos de branco lembraram aos apóstolos, tal como noutra altura lhes disseram porque procurais entre os mortos se Ele está vivo. Também hoje, por cansaço, por natural desânimo, por fascínio, (lembremo-nos da “tentação” de Pedro, façamos uma tenda para Ti, outra para Elias…no episódio da transfiguração, e fiquemos por aqui, contigo…) também hoje é necessário que vestindo a nossa alma de branco, nos lembremos uns aos outros que contemplamos, mas ajamos. Porque “Esse Jesus, que do meio de vós foi elevado para o Céu, virá do mesmo modo que O vistes ir para o Céu”. *


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sábado, 4 de junho de 2011

When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me


Ben E. King


Como um respirar da terra, o homem mesmo que inconscientemente, habita no Senhor. Há letras simples de música insuspeita, que são orações. Em cima é um exemplo que repetirei.


Fica, fica comigo Senhor, não terei medo, desde que fiques comigo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011



Por Portugal

domingo, 29 de maio de 2011

Ressuscitou! Aleluia! VI Semana

Venerai Cristo Senhor em vossos corações, prontos sempre a responder, a quem quer que seja, sobre a razão da vossa esperança.
1 Pedro 3,15

O Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece, mas que vós conheceis, porque habita convosco e está em vós
Jo14,17

Prontos, sempre, para responder…e responder é difícil. É difícil traçar e cumprir a linha da resposta construtiva, mesmo em resposta à provocação, ao bulling social a que o Cristão está sujeito. Mas é necessário que a razão da nossa esperança brilhe e seja visível para todos. Mesmo se não quiserem ver ou aceitar. Se não querem aceitar o Espírito da verdade, é natural que não nos aceitem. Mas habita e está em nós a razão da nossa esperança e incansavelmente devemos testemunhar, responder.

Hoje na oração, uma prece por todos os que são chamados diariamente a dar razões da sua esperança. E por aqueles que não a tem. Para que o nosso país possa continuar a tê-la.


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domingo, 22 de maio de 2011

Ressuscitou! Aleluia! V Semana


“Eu sou o caminho, a verdade e a vida…” Jo 14, 6




Um dos versículos que mais gosto. Um dos mais tranquilizantes. Um dos mais absolutos. Depois de Domingo Passado termos estado com o Bom Pastor, que dá a vida pelas suas ovelhas, as conhece pelo nome e elas conhecem a sua voz. Estamos perante o Pastor que é o caminho. Um caminho de verdade. Uma verdade que é vida.
Tenho sempre dificuldade em perceber como alguém não é crente e Cristão. Quando leio este versículo, essa dificuldade atinge níveis muito desconfortareis.

Eu sei o meu caminho, não porque seja brilhante, sábio ou experimentado conhecedor. Eu sei o caminho por é Cristo.

Eu conheço a verdade e respondo à pergunta de Pilatos, o que é a verdade? Não porque seja douto estudioso. Eu conheço porque é Cristo.

Eu tenho a vida. Sem experiências cientificas complexas. Grandes tratados. Eu tenho e terei a vida por é Cristo.

Eu sigo um caminho de verdade que me leva à vida e à vida eterna: Cristo.


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domingo, 15 de maio de 2011

Ressuscitou! Aleluia! IV Semana (Domingo do Bom Pastor)

Saiba com absoluta certeza toda a casa de Israel que Deus fez Senhor e Messias
esse Jesus que vós crucificastes
Actos 2, 36

Com absoluta certeza! Num tempo de meias tintas, de relativismos “absolutos” que deixam espaço a todo o argumento que desculpe a falta de escolha, de opção, de coerência. Que permite contornar consoante a necessidade, e normalmente em prejuízo da verdade e decência. Aparece, HOJE, esta leitura ao Católico na sua Eucaristia Dominical. A ABSOLUTA CERTEZA. Isso, sem margem para dúvidas, sem opções que conformem à conveniência. Assim, claro, inequívoco, insofismável. Com a certeza e absoluta.
É assim o Cristão. No meio do mundo, debatendo nas suas lutas interior com o pecado, mas sem margem, sem folga, sem transigência, perante Cristo e no seu testemunho. Com absoluta certeza.

Com a certeza de que Ele é a porta por onde queremos passar, para onde caminhamos e para onde queremos levar o máximo daqueles que connosco se cruzam.

A Ele “as ovelhas conhecem a sua voz. Ele chama cada uma delas pelo seu nome e leva as para fora. Depois de ter feito sair todas as que lhe pertencem, caminha à sua frente
e as ovelhas seguem no, porque conhecem a sua voz.
" Jo 10, 3-4.



Conhecem e seguem com Ele à frente na certeza absoluta de que são conhecidas pelo nome. Com a certeza absoluta que absolutamente amadas.



Hoje na oração com a certeza absoluta do amor de Cristo por nós que Lhe custou a morte e Lhe valeu a ressurreição, peço neste momento de aflição, pela minha Pátria.
Não esquecemos os vizinhos Espanhóis, para que na tragédia que recentemente viveu, encontre a paz que só Cristo ressuscitado lhes pode dar.


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Cercada de luz




domingo, 8 de maio de 2011

Ressuscitou! Aleluia! III Semana

…Lembrai vos que não foi por coisas corruptíveis, como prata e oiro, que fostes resgatados da vã maneira de viver…
1Pe. 1,18

Quando no nosso país falamos tanto em resgate. Quando nos põem tantas condições para a ajuda (o tal resgate), quando tanto “ouro” teremos que produzir, para nos possam “valer”.

Eis que surge um versículo que os católicos ouviram este Domingo.
Tanto esforço para juntar “bens” corruptíveis, para resgatar da corrupção dos homens, do país.
Tanta aflição e dor, desemprego…vã maneira de viver…
Hoje de forma tão intensa pensei: como somos tolos. Porque nos deixamos arrastar em maneiras vãs de vida. E como temos que nos submeter ao “ouro e prata”.
Quando se nos tivéssemos deixado resgatar pelo Sangue de Jesus, seríamos livres…





Jesus aproximou Se deles e pôs Se com eles a caminho.
Evangelho Lc 24,15

Caminha connosco, Senhor. O caminho é longo, difícil e não o conhecemos bem.
Caminha connosco também Maria e José.

Por todos os que na sua caminhada, se sentem tentados a desistir. Pelos que não compreendem o sentido da sua caminhada. Pelos que caminham em direcção contrária.



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domingo, 1 de maio de 2011

Ressuscitou! Aleluia! II Semana

Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.

Refrão do Salmo Responsorial Salmo 117 (118)

…veio Jesus, colocou Se no meio deles e disse lhes:
«A paz esteja convosco». Jo. 20,19

Coloca-Te Senhor no meio de nós e faz a paz, para que ela possa ficar connosco.

Neste domingo da misericórdia em que celebramos a 2ª Semana do Tempo Pascal, o dia da Mãe e da Beatificação do Teu servo Karol-João Paulo II, pedimos-Te a paz que só tu tens para nos dar, hoje de forma especial para as mães. A Paz que resulta do amor e da justiça, por tua infinita misericórdia.


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Beato João Paulo II: Festa litúrgica terá a 22 de Outubro
Culto inicialmente limitado a Roma e à Polónia pode ser alargado a pedido dos responsáveis de outras dioceses (Fonte RR)


Uma das suas imagens mais belas. Como me lembrarei sempre dele

Dia da Mãe



1 Maio. S. José

domingo, 24 de abril de 2011

Aleluia! Aleluia! Ressuscitou! Aleluia!


Ressuscitou Cristo, minha esperança
Lit. do Domingo de Páscoa.

domingo, 17 de abril de 2011

Este é o tempo favorável Semana Santa


Domingo de Ramos

Não é possível fazer o esquema das semanas passadas. A riqueza das leituras de hoje, obrigam a uma abordagem diferente. Entramos na Semana Santa (Semana Maior, como também é conhecida). Para hoje proponho quatro momentos das leituras do dia.

1º E tanto as multidões que vinham à frente de Jesus como as que O seguiam, diziam em altos brados: Hossana ao filho de David! Bendito O que vem em nome do Senhor! Hossana nas alturas! Mt.21,9

A entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém. A submissão do povo, os de coração puro e os outros. Os que aparecem para a festa, para ver, para fazer multidão. Os exaltados e os adeptos. Todos estão lá. E gritam. É assim a multidão. Quantos estarão na Quinta? E Na Sexta, a gritar por Barrabás, só porque lhes disseram para gritar, como gritaram no Domingo, porque muitos o faziam. Quantos irão escarnecer, virar a cara ou espreitar, outra vez, junto à Cruz, para ver o que Ele faz… É assim a glória do mundo. A glória que o mundo dá.

2º Ora, pela festa da Páscoa, o governador costumava soltar um preso, à escolha do povo. Nessa altura, havia um preso famoso, chamado Barrabás. Quando eles se reuniram, disse-lhes: Qual quereis que vos solte? Mt.27.15-17


Eu, tu, nós Barabases…fomos nós os libertados. Somos nós os libertados: do pecado… da morte…da dor…da injustiça… Eu li isto hoje. Na liturgia em que eu participei, na Eucaristia de hoje, eu li, senti, vivi a libertação. Com Cristo no meu lugar. Ele ficou…eu fui… (Também li a continuação da entrada triunfal de Jesus. Vi o triunfo que o mundo dá…e a forma como as multidões se deixam levar, por uma voz que fale mais alto.)

3º Salvou os outros e não pode salvar-Se a Si mesmo! Mt.27.42


Não! Não pode! O amor não deixou. Tinha de obedecer, de amar, de salvar –me (nos). É interessante no tempo das liberdades. Das independências e emancipações pessoais, colectivas. Cristo o Senhor, encontra o seu limite. O amor. A obediência ao Pai. O sentido de missão. Não alegou o direito de Rei. Não alegou o direito a ser feliz. E foi livre tanto quanto quis, por obedecer ao amor ao Pai e a mim (todos nós).

4º Um deles correu a tomar uma esponja, embebeu-a em vinagre, pô-la na ponta duma cana e deu-Lhe a beber. Mt.27.48


Este anónimo, hoje marcou-me. Seria um soldado romano, presume-se. Teve um gesto aparentemente cruel, mas o objectivo era atordoar os punidos e por isso davam-lhes de beber, como noutra passagem se conta, bebidas que supostamente aliviavam. “Correu a …” Quantas vezes, os anónimos estão discretamente e podem fazer diferença. Quantas vezes, eu, tu, anónimos, emprestamos insuspeitamente um lado humano ao quotidiano. Deixemo-nos tocar, como este que correu depois de ter ouvido Eli, eli lema sabactani! Provavelmente não percebeu a frase. Provavelmente teve medo. Ou Cristo no seu sofrimento tocou-o.

Corramos ao amor. Hoje corramos à oração por todos os que sofrem. Pelos que sofrem sem Deus.



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domingo, 10 de abril de 2011

Este é o tempo favorável 5ª semana

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá; E todo aquele que vive e acredita em Mim, nunca morrerá. Acreditas nisto?» Jo. 11,25-26



Num momento em que como Nação nos sentimos morrer. Num momento em que as dificuldades são tantas e tantos nos prometem/garantem que ainda será pior e por muito tempo…estas palavras do Mestre caem com água em terra ressequida.



Às mortes individuais que enfrentamos, fruto do nosso e dos nossos pecados, a começar pelo da desesperança, é necessário uma resposta clara. Acredito Senhor! Não sei como é consigo leitor. Eu digo, acredito porque Tu, Mestre o dizes. Só porque Tu... meu Senhor.



Tira Senhor a pedra *. Tira as nossas pedras. As que nos impedem de caminhar. As que nos atiraram e as que temos prontas para atirar. As que nos fazem tropeçar. As que nos impedem de sair da sepultura dos nossos erros que já cheiram mal.

No versículo 35: Jesus começou a chorar. Algumas destas lágrimas do Senhor serão certamente pelos Lázaros do Japão, da Líbia, da Costa do Marfim. Por cada Lázaro e suas famílias que só Ele conhece.

Juntemos a nossa dor em oração, por eles, por todos os que sofrem.



*Jo. 11,39


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sábado, 9 de abril de 2011

Artigo do Dr. Pedro Afonso

Mão amiga enviou-me excelente artigo do Dr. Pedro Afonso, publicado no Público, 2010-06-21 médico psiquiatra. Aqui transcrevo um excerto. São sempre perigosos os excertos pelo risco que algo fora do contexto pode comportar. Penso que não altero o espírito da prosa que achei particularmente sábia e cheia de humanidade. A minha pequenez não me permite conhecer o autor, a quem endereço, em quanto cidadão anónimo o meu obrigado pelo que disse e porque ao dize-lo vai renovando como outros aqui e acolá a esperança na existência de gente séria e com dignidade no nosso país.




Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.


Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

domingo, 3 de abril de 2011

Este é o tempo favorável 4ª semana

Eu fui, lavei-me e comecei a ver Jo 9,11


Começar a ver. Todos necessitamos desesperadamente de ver… a solução para a crise, o caminho a percorrer para que isso aconteça. Seja a crise que a Pátria atravessa, sejam as nossas crises pessoais, grandes ou pequenas. A dos pequenos pecados às incoerências maiores que nos fazem sentir menos…nós.


O versículo é claro. Eu fui. Temos de ir. Lavei-me e comecei. É tempo de lavar a alma da desesperança. Ainda que não vejamos. Ele manda. Vai lavar-te. Temos de ir lavar-nos na água do enviado (Siloé). Ele veio para que mergulhássemos. Para que nos banhássemos. E começássemos.


Para esta semana um oração silenciosa para o Japão: pelos 12.009 mortos, os 15.472desaparecidos e as suas famílias. Uma oração para que comecemos a ver a esperança para a nossa Pátria.


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domingo, 27 de março de 2011

Este é o tempo favorável 3ª semana

O Senhor está ou não no meio de nós? Ex 17.7


A pergunta é actual. Injusta. Mas no meio das dificuldades e aflições. No meio deste desnorte e desalento, caímos na tentação, como os nossos antepassados na fé. Olhando à volta essa pergunta surge.


A resposta vem no evangelho deste Domingo*, nas palavras do Mestre. E está tão perto de nós, como estava diante da Samaritana. Olhando à volta no meio da confusão, talvez não vejamos. Mas olhando para “cima”…


*Jo 4. 5-42


Para esta semana um tempo de oração pelo Japão. Pela Paz. Pela Nossa Pátria, pedindo especialmente inspiração e seriedade para os que nos possam governar.


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“No caminho do mundo novo que percorreis, procurai o Absoluto, procurai Deus, mesmo vós para quem Deus é o Deus desconhecido”. Bento XVI

Bento XVI encerrou esta Sexta-feira a primeira iniciativa internacional do «Pátio dos Gentios», desafiando os crentes e não crentes a fazerem cair as “barreiras do medo do outro”.

No momento conclusivo do lançamento desta nova estrutura do Vaticano, o Papa falou (em vídeo) a todos os que se tinham reunido junto da catedral de Notre Dame, em Paris, sublinhando que o medo daquele que “não se parece” com cada um “nasce da ignorância mútua, do cepticismo ou da indiferença".

“A primeira atitude ou acção que podeis fazer em conjunto é respeitar, ajudar e amar qualquer ser humano, porque é criatura de Deus e, de certa forma, uma caminho que leva até ele”, disse o Santo Padre.

A nova estrutura da Santa Sé para o diálogo com os não crentes incluiu, desde quinta-feira, a realização de um ciclo de três conferências sobre a relação entre a fé e a razão, com a presença de representantes da Igreja, filósofos, escritores e académicos.

Bento XVI concluiu a sua mensagem com um convite à participação na próxima Jornada Mundial da Juventude, em Madrid (16-21 Agosto), que estendeu mesmo aos que não acreditam em Deus.

Depois da capital francesa, as actividades do «Pátio dos Gentios» vão passar por Florença (Itália), Tirana (Albânia), Estocolmo (Suécia), Berlim (Alemanha), Moscovo (Rússia), Quebeque (Canadá), Praga (República Checa), Chicago e Washington (EUA).


A partir de texto da Agencia Ecclesia

terça-feira, 22 de março de 2011

Dia da poesia.

A esperança é um dos estados de alma mais importantes. Neste momento é indispensável até porque necessitamos desesperadamente em quanto Pátria. É igualmente marca intrínseca de Cristianismo.


Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

-Partimos. Vamos. Somos.

domingo, 20 de março de 2011


O Conselho das Conferências Episcopais da Europa mostrou-se satisfeito pela anulação da condenação que tinha recaído sobre o Estado italiano, devido à presença de crucifixos nas salas de aula de escolas públicas.

Sem o crucifixo não poderíamos falar na Europa que todos nós hoje conhecemos. Portanto, esta vitória é acima de tudo uma vitória da Europa” realçou o presidente do CCEE, cardeal Péter Erdö, em comunicado enviado à agência ECCLESIA.

Em apreciação, no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo, França, estava o chamado “caso Lautsi”, referente a 2006.

Soile Lautsi, uma cidadã italiana de origem finlandesa, apresentou nessa altura uma queixa contra o Estado de Itália, depois do estabelecimento de ensino público “Vittorino da Feltre”, onde estudavam os seus filhos, se ter recusado a retirar, em 2002, os crucifixos que tinha expostos nas salas de aula.

Depois de uma primeira decisão, em 2009, que apontava para a condenação do Estado italiano, esta segunda decisão, não passível de recurso, representa “uma nova página na história”, defende a CCEE.

“O veredicto dado pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem é um sinal de senso comum, sabedoria e liberdade” sublinha o cardeal Péter Erdö, para quem “uma nova esperança foi dada, não apenas aos cristãos mas a todos os cidadãos europeus, crentes e não crentes”.

O prelado húngaro apontou ainda que esta situação “ameaçava a cultura e tradição do Cristianismo" e poderia "minar a sua identidade”.

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem deliberou favoravelmente por maioria (15 votos contra 2), considerando que a manutenção ou não de crucifixos nas escolas públicas é uma decisão que cabe a cada Estado.

O colectivo de juízes realçou também que não estava em causa qualquer tipo de violação da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, ao contrário do que havia sido alegado.
in agência ECCLESIA

19 de Março

Este é o tempo favorável 2ª semana*

Este é o meu Filho muito amado,
no qual pus toda a minha complacência. Escutai O

Para esta semana, um tempo de oração, pelo Japão, pela Paz e pelo nosso País.

*Estava previsto, um post por semana durante a Quaresma, com um versículo “chave”. Com uma semana de atraso, começo hoje.

sexta-feira, 11 de março de 2011


A quando do sismo na Nova Zelândia tive intenção de neste insignificante espaço, registar a minha solidariedade e partilhar que tinha acrescentado às minhas intenções nas orações esse país que admiro muito. Não tive ocasião e vejo-me impelido a faze-lo por outro país e povo que admiro, o Japão.

É de facto uma tragédia que martiriza um povo tão trabalhador e organizado. Parece que a natureza se voltou contra aquele arquipélago.

Esperemos que o mundo se junte para dar ajuda e conforto a estas vítimas nestes dois países.
Rezemos pelos mortos, para que o Senhor os acolha na sua misericórdia e pelos vivos para que Ele lhes dê a paz e a força de que irão necessitar.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O carnaval tem sentido actualmente?

Se tivermos em conta que o carnaval surge, independentemente de várias influências e circunstancias históricas, ligado à Quaresma e o que isso significava de penitencia, interioridade espiritual; a resposta é óbvia.

E surgem imediatamente algumas questões…

Que interioridade há, actualmente? Que disponibilidade para a reflexão? Que tempo disponível e com qualidade a vida permite?
Sem procurar respostas, acrescento apenas, que a matéria humana, não mudou em mil anos, nem em dois mil.

A necessidade de uma espiritualidade activa, alimentada, mantêm-se. E isso é constatável, por exemplo, na explosão de igrejas cogumelo. No número crescente de videntes/astrólogos, gurus, para todas as bolsas e gostos. Apenas, por razões diversas que não irei abordar, a aceitação/autoridade das Igrejas com “tradicionais” estão menos na “moda”, não significando isso, obviamente uma menor cedo do espiritual e da transcendência.

É no entanto indispensável assinalar que o papel de puro momento lúdico do carnaval, não deve sofrer alterações, nem se encontre nenhum pretexto para se argumentar uma inutilidade da época. Mais ainda num momento de depressão colectiva.

Resta então, não retirar a razão destes dias, mas sim reforçar de facto o papel, além do estritamente eclesiológico, da Quaresma como momento privilegiado para a introspecção individual na acção de cada um consigo e com os outros.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Está é a maior e mais dura missão que Cristo nos deixou. Não fosse o seu constante apoio e a acção do divino Espírito Santo, estaríamos perante um situação típica do paganismo, em que a “divindade” sobrecarrega o humano com pesos insuportáveis.

Iluminar um lugar que já deu provas de preferir as trevas. Salgar gente que prefere não ter sabor, escolha, critério. Fazer apenas o mais fácil e agradável.

Iluminar e salgar significa amar o próximo como a nós mesmos, e mais ainda o inimigo.
Mandamento que atinge numa visão rápida, o irracional.

Mas é esse mesmo que nos é ordenado.

Caminhemos então….